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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Uma breve reflexão nesse "meu dia"!

Eu lembro que ano passado, nesse mesmo dia, eu estava toda serelepe por ter entrado na casa dos trinta e com um otimismo inexplicável que tudo em 2012 daria certo por eu ter finalmente completado essa idade.
A questão, é que 2012 foi um ano pauleira! Eu não fiquei vomitando os meus problemas no blog e nem nas redes sociais, pois isso não diz respeito a ninguém, mas, 2012 serviu para me ensinar que, geralmente, as coisas não saem do jeito que a gente quer.
Foi um ano de muitas porradas, perdas enormes, desconstrução de sonhos, frustrações de expectativas e decepções. E só o fato de ter conseguido chegar até aqui com vida e com saúde, já é o meu grande presente de aniversário. O grande aprendizado desse ano, é que se eu consegui chegar até aqui, eu consigo chegar em qualquer lugar.
Os piores anos são os que eu mais cresço (geralmente é assim, né?). Eu não sou do  tipo de ficar dramatizando as coisas e odeio essa coisa de mi mi mi. Sou meio bruta e bem pragmática. Sempre falo que a vida não vai parar para esperar a gente enxugar as lágrimas. Ela segue e se impõe. E viver é o que precisa ser feito.
Não perdi a minha fé, pois, é o que me sustenta acima de tudo, mas é que eu me tornei bem mais crítica, centrada e realista. E sim, é possível aliar isso tudo com fé. 2012 me ensinou.
Hoje de madrugada, eu, em mais um episódio das minhas insônias históricas, fui orar e não consegui pedir nada, como eu já falei acima, eu já ganhei o meu presente. Pedi pelos outros que ainda estão tão enredados no sofrimento desse ano. E pedi por mais tolerância também! Nunca vi tanta intolerância por aí, inclusive pelo sofrimento alheio. Eu não sei como as pessoas têm coragem de classificar sofrimento. Eu não sou uma criança faminta lá da África, mas isso não invalida o meu pesar. Sofrimento é sofrimento. Se é maior ou menor, causa dor e machuca do mesmo jeito.
Outra coisa, o ano de 2013 não vai ser melhor só porque é um ano novo! É claro que a gente espera que seja assim, torce, tem fé e tudo mais. Eu quero que seja um ano melhor! Mas, é preciso correr atrás, pessoal! Lutar pelo sonhos, sentar firmemente os pés no chão e se achar menos essa coca-cola! Acho tão engraçado essas pessoas que se acham suuuper especiais, as iluminadas e tudo mais. É claro, que eu reconheço o meu valor. Putz, sou narcisista elevado ao infinito! Mas, é que é quase um padrão sabe? Quem geralmente se acha assim, meiqui espera as coisas chegarem por meio de um milagre ou por uma conjunção cósmica de bons fluídos! Aff, fala sério! Procura trabalhar não, negão! 
Nesses últimos dias eu fui assaltada por essa onda reflexiva causada pela data do meu aniversário e eu não estava conseguindo traduzir o que eu queria dizer e assim, meio por acaso, eu me peguei ouvindo "Perfect Symmetry", uma música linda que eu amo do Keane. E é por aí, gente! Resume o que eu quero dizer nesse dia.
A letra é bem porrada na cara, mas entendam como quiser!


Beijokas!!!

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Moral da história!


Terça-feira passada, eu estava de plantão no hospital e o dia foi bem tranquilo, pouca demanda para ser resolvida. Consegui terminar o meu trabalho bem cedo e fiquei na minha sala aguardando novas ocorrências (o que nem aconteceu). Aí, que eu fiquei mexendo nos aplicativos de edição de fotos do meu celular, quando me deu um estalo criativo. Fiquei com vontade de montar uma "estorinha" e postar no instagram. E foi o que eu fiz.
Primeiro, eu escrevi o roteiro baseado nuns lances que eu tenho refletido ultimamente e depois, eu fiz alguns desenhos. Aliás, gente, eu sou péssima em trabalhos manuais. Minha família materna tem muitos artistas plásticos, mas, eu não herdei esse dom. Terminado o trabalho, também postei no facebook. Hoje eu quero compartilhar aqui no blog.

















Para quem não entendeu a moral da estória, vou resumir:  às vezes, a gente passa tanto tempo reclamando que não tem isto e aquilo, que se esquece daquilo que temos do nosso lado. Sei lá, gente, o ser humano é tão complicado, burocratiza tanto pra ser feliz, quando, na verdade, deveria ser mais simples. Eu sei que cada um tem a sua medida, mas, eu também acho que a gente precisa parar de se boicotar. Viver mais e reclamar menos.
Bem, essa foi a minha estória. Só que eu não sabia o quanto isso foi "profético". Eu não vou entrar em detalhes aqui, pois, já expus no facebook. Esses dias estão sendo de um aprendizado na pele que sim, a gente perde muito, mais muito tempo reclamando de "barriga cheia". Eu não imaginava que a moral do meu "conto" serviria tanto para mim. Tentar encarar a vida com uma perspectiva mais otimista é essencial para superar as adversidades. Eu falei "tentar", pois, nem sempre é fácil. É um exercício diário, de muito desapego, inclusive. E é esse desafio que eu quero propor para todos nós, que tal?

Beijokas!!!

P.S: Sintam-se à vontade para reproduzir as imagens desse post, MAS, POR FAVOR, citem a fonte, ok?

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

E a Maria Filó, hein?

Como vocês estão carecas de saber tá rolando o Fashion Rio, e ontem aconteceu o desfile de inverno 2012 da Maria Filó. Eu não costumo falar sobre desfiles aqui no blog, mas faço uma exceção para a MF. 
Então, desfile lindo! Muito veludo (voltou mesmo!), tricôs de pontos largos, bordados de metais, contas e pérolas. Tudo muito rico! Além de peças em tom vinho (tô louca por uma calça), preto, cinza e bege.
O grande desafio é adaptar o que rola nas passarelas ao cotidiano que nem sempre é cercado de glamour e riqueza. Quando vi o desfile, eu fiquei reflexiva, visto que resido numa cidade que faz calor o ano inteiro, porém, mais do que isso eu fiquei questionando o quanto custará isso tudo.
A Maria Filó chegou recentemente em São Luís e desde então sou cliente e é por causa disso que eu não tenho tantos parâmetros para comparar a questão da elevação dos preços que os produtos tem sofrido (apesar de saber que em relação a outras lojas, a Maria Filó têm preços bem salgados). O interessante, é que quando eu estava preparando esse post, eu me deparei com as atualizações do blog da querida Ana (Hoje Vou Assim Off) e da Camila (Sim, Senhorita)e elas falam justamente sobre isso. 
Uma pena que tantas marcas legais, tais como a Maria Filó, têm se distanciado tanto da realidade de tantas pessoas que gostam e se identificam com ela. Eu andei comprando sim algumas coisas, mas pelo que eu vejo essa próxima coleção estará a anos luz dos meus pobres bolsos. 





Beijokas!!!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Boca no trombone: por mais qualidade nos comentários!


Já tem um tempo que tenho uma questão que me incomoda, e eu resolvi compartilhar com vocês, assim como saber a vossa opinião sobre o assunto. Prometo que esse post não será longo.
Pois bem, quando uma pessoa decide criar um blog, ela aprende com o tempo que existem vários tipos de leitores e, por conseguinte, também existem vários tipos de  comentários. Não vou fazer uma classificação aqui, visto que não é o objetivo desse post. Mas, quero falar sobre o leitor que é blogueiro (a). E, filtrando mais ainda a questão, não é qualquer tipo de blogueiro, mas aquele que usa outros blogs para promoverem os seus.
Que fique bem claro o seguinte: não sou contra ninguém visitar blog alheio para divulgar sorteio ou seja o que for. Sou contra a divulgação pela divulgação, APENAS, e muitas vezes isso é feito com muita má fé.
Traduzindo o que foi dito acima: Francisquinho percebe que o blog de Mariazinha tá bombando (muitos seguidores, muitos comentários, muitos RTs no twitter, muitas indicações no facebook) e pra divulgar o seu blog não muito "badalado", ele começa a bombardear o blog de Mariazinha com comentários do tipo - "Passe lá. Hoje falaremos sobre o dente de ouro da Rainha Elizabeth". E só. A pessoa não se dar nem o trabalho de ler o que Mariazinha postou. Tem uns que são mais discretos e dizem pelo menos: "Belo post" e segue-se então um verdadeiro cartaz de auto promoção.
Eu acho que tudo tem um limite e é preciso ficar atento para que ele não seja extrapolado tão descaradamente. Sejamos sinceros, muitos de nós já usaram esse tipo de artificio e não serei eu a armar fogueira da inquisição, mas, confesso que ando com saudade dos tempos que entrei na blogosfera e isso não faz muito tempo. Em julho o meu blog completa dois anos, e lembro que naquele tempo, quando eu recebia comentários, as pessoas realmente liam os posts. Estavam interessadas em deixar registrado por aqui palavras afetuosas, relevantes, de qualidade.
Calma, graças a Deus isso ainda continua por aqui SIM. Tenho os melhores leitores do mundo. Pessoas que me acompanham desde 2009, assim como novos leitores que tenho conhecido, que são simplesmente especiais. Mas, todos sabemos que esse boom bloguístico trouxe consequências tanto para o bem quanto para o mal. Uma destas, a perda qualitativa dos comentários. São muitos blogs para visitar, muitos comentários, e-mails para retribuir e nem sempre é possível fazer uma visita digna nos blogs dozamigos (ganhei uma tendinite potente por causa disso, como alguns devem saber).  Mas, gente não vamos esculhambar também, né? 
Pensem bem, a gente prepara com maior carinho um post, elabora, fotografa, edita, carrega foto. Isso leva tempo e tempo é dinheiro. Eu poderia estar me dedicando a outros interesses bem mais lucrativos, mas escolhi blogar porque eu gosto, eu tenho prazer nisso. É óbvio que nem sempre as nossas expectativas serão totalmente correspondidas, temos que estar preparados para o que vier, mas isso não é argumento para se efetivar uma banalização nas relações da blogosfera. Acredito, que assim como o dono do blog tem uma responsabilidade com o seu leitor, este também  tem a sua, quanto mais quando ele for blogueiro. 
É aquela velha máxima, não faça com o outro o que não quer que seja feito para você. Se você quer que seu blog seja visitado, então seja cortês, demonstre interesse pelo blog alheio, crie um vínculo com seu leitor e seu vizinho blogueiro que seja pautado no respeito e na consideração. E por favor, nada de lixo eletrônico. Porque sim, queridos, esse tipo de comentário nada mais é do que isso. Não influi e nem contribui.
Quando eu recebo comentário assim, eu nem me dou o trabalho de ler assim como visitar blog divulgado. Talvez a pessoa não saiba que esse tipo de coisa é simplesmente chata e ao fazer isso ela corre o risco de ser antipatizada. Pois, me digam com sinceridade, quem gosta de receber comentários de uma pessoa que não mostra o mínimo de interesse por você?
Pense nisso. Especialmente pra quem está chegando agora na blogosfera. Aliás, o tema do meu próximo post será do vosso interesse. 
E agora é com vocês. Estão de acordo ou não estão? Quero saber o que pensam sobre isso. Vamos lá!!!

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Sobre o pássaro ferido e o cuidado que merecemos!

Estou triste, revoltada, com o coração apertadinho. Estou tentando entender o que leva um homem a achar que é dono da vida de uma mulher. Estou tentando compreender, o que leva um pai, a pôr um fim à inocência da sua filha.
Quem me conhece sabe que eu não sou dada à otimismos em relação à humanidade e sempre digo que o homem tem se especializado cada vez mais em ser cruel. Sempre digo que a criatividade maléfica que estampa diariamente as capas dos jornais não me surpreende porque não tenho grandes expectativas em relação ao outro.
Mas, outro dia, me vi surpresa com um fato e isso deixou-me doente (sou daquelas que sintomatizam tudo!). Deparei-me com uma criança assustada, aterrorizada, destroçada por ter sofrido uma situação de abuso por parte de uma pessoa que deveria ser seu provedor, seu protetor, seu amigo. 
Essa situação não foi a pior que eu já presenciei. Trabalho numa instituição que atende mulheres vítimas de violência e já atendi cada caso que só Deus para me fortalecer!
Mas, em relação a essa situação, em particular, confesso que fiquei profundamente tocada. Quando fecho os olhos, lembro-me dos olhinhos daquela criança, tão assustados, tão feridos. A voz dela numa repetição constante, pedindo ajuda. Imediatamente veio à minha mente a imagem de um pássaro ferido. Tristonho por não poder mais voar.
Tenho a consciência de que a vida dessa criança não acabou. Ela está viva, apoiada por uma rede de pessoas que a amam e o meu maior desejo, na verdade, minha oração é que ela encontre reservas para superar esse trauma. Mas, é isso que essa situação é: um trauma, uma ferida e por mais que vire cicatriz sempre estará com ela. Vocês percebem o que foi tirado dessa criança? Os seus referenciais, a sua inocência, a sua escolha em entregar-se a quem quisesse, a sua dignidade, a sua infância e tantas coisas mais que não consigo nem dimensionar. E ninguém, NINGUÉM nesse mundo tem o direito de fazer isso. É cruel, é desumano é doentio. É de uma maldade maléfica, se me permitem a redundância.
Sei que a maioria dos meus leitores são mulheres, talvez algumas já passaram por situação de abuso (sexual, psicológico, patrimonial, físico, etc) e eu quero dizer uma coisa pra você: NÃO É CULPA SUA! Você merece ser amada, cuidada, respeitada e valorizada, não permita que convençam você do contrário. Eu sei que é fácil para eu falar essas coisas, já que não vivo em situação de abuso, quem vive em situação de violência é que sabe aonde o calo aperta, mas, você, minha querida, merece viver uma vida bem melhor, diferente. Você não está sozinha.
No mês de maio temos algumas datas importantes: Dia 18 foi o Dia Internacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes; Dia 28, próximo sábado, é o Dia Nacional de Enfrentamento à Mortalidade Materna e também é o Dia Internacional de Luta pela Saúde da Mulher.
Essas datas trazem uma reflexão necessária quanto a situação da Mulher. Vivo num estado em que a pobreza, o analfabetismo, e a falta de acesso aos serviços de saúde são gritantes. Diariamente atendo mulheres que nunca fizeram um preventivo na vida e quando chegam ao serviço de saúde já estão com câncer em estado terminal. Fora, isso, constantemente aparecem casos de abuso das mais variadas formas possíveis. 
Merecemos cuidado! Merecemos respeito! Ninguém é dono de ninguém e não compete a homem algum o poder de decisão sobre a vida e a morte da sua namorada, da sua mulher, da sua mãe, da sua filha, etc.
Aproveito para divulgar o telefone da Central de Atendimento à Mulher (180). É um serviço do governo federal que conta com pessoal capacitado para orientar e ajudar mulheres vítimas de violência. O Ministério da Saúde também conta com um portal da saúde e lá tem uma seção específica para a mulher. Vale a pena a visita. Acessem aqui.

Beijos!

quinta-feira, 24 de março de 2011

Navy da Semana

Hoje o post vai ser um pouco diferente. Espero que vocês gostem. Preparei com todo carinho.
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O QUE CARACTERIZA UM LOOK NAVY?
(Vamos refletir um pouquinho?)

Alguns dias atrás eu recebi um comentário interessante que chamava minha atenção para o fato de que nem toda listra pode ser chamada de navy.
Concordo. Isso é uma questão justíssima. Já montei look rocker com listras aqui no blog. E é verdade que não é toda listra que vai ser chamada de navy.
Porém, o navy extrapola os limites de peças listradas, ou seja, é todo um conjunto. Observe não apenas as listras (por que nem sempre há presença destas), mas, as cores, acessórios, etc.
Recentemente colaborei com o blog da Luci Marçal com um post acerca do Navy. E gostaria de compartilhar aqui também, já que no momento o blog dela está desativado e não poderei recomendar o link da postagem pra vocês lerem.
Vamos ao texto:

“O estilo navy também é conhecido como náutico. A primeira referência deste na história da moda foi em 1840 quando o artista plástico alemão Franz Xaver Winterhalter pintou o príncipe Eduardo com uniforme de marinheiro em branco. Porém, o navy foi propagado na década de 20 do século passado pela maravilhosa Coco Channel que inspirou-se no estilo dos marinheiros.
Esse estilo é um clássico. Vai e volta ao longo dos anos sempre com uma novidade, com um novo olhar. Nos desfiles primavera/verão 2010/2011, o navy apareceu como forte tendência.
As listras, os tons vermelho, azul marinho e branco são predominantes, assim como, os acessórios dourados e com referências náuticas, tais como as âncoras, correntes e cordas.
O que mais me agrada nesse estilo é a elegância e a capacidade de sua renovação. Sim, por exemplo, tenho visto por aí, e adorado, looks navys com acessórios nos tons caramelo e amarelo, o que dá um diferencial a mais no visual e evita que a pessoa fique com um look totalmente marinheiro Popeye.
Então, é isso, pessoal. Invistam em peças e acessórios que remetam a esse estilo. Vocês vão arrasar nesse verão!!!”

Esse foi o texto, gente, e como falei anteriormente, uma coisa super legal do navy é a sua capacidade de renovação. Em dias de mix de estampas, diálogos entre estilos, acho super interessante ousar. Não é todo mundo que se sente confortável com essa mudança e respeito o direito de cada um ser tradicional. Só que como uso muito look navy, sinto cada vez mais vontade de dá uma nova cara para ele. E acredito que o que deve guiar na composição de um look assim é o bom senso e não juízo de valor, do tipo: isso é certo ou aquilo é errado.
Porque convenhamos queridos. É navy, por quê? Porque convencionou-se chamar assim. Não vou aprofundar esse tipo de discussão acerca de convenções sociais, culturais e etc, mas, se um dia um bonzão de um mega grife por aí sair com um look floral e chamar de navy, nossa, até imagino os tipos de comentários sobre o assunto: “ESSE CARA É SUPER OUSADO, INTELIGENTE, COLOCOU O NAVY DE PÉS NO CHÃO”.  Então por que não nos permitimos ousar também, hein? Não precisamos seguir um padrão estabelecido só pra entrar em conformidade com a maioria. Gosta de navy, mas, quer montar um look navy pra chamar de seu, com listras diferentes, caveirinhas, amarelo, rosa? Se joguem, o céu é o limite!
Eu também fiz um post em novembro mostrando um editorial super legal da Revista Manequim que tratava acerca da "nova cara" do navy. Confiram aqui.


Então, chega de blá, blá, blá e vamos aos exemplos:

 A querida Lily arrasando na golinha navy com uma jaqueta verde

Camila Coutinho num mix de tendências inspirador (navy + militar)

A super estilosa Drê Magalhães, arrasando na "desconstrução do navy"

 Navy com listras, detalhes vermelhos e sapato mais pesado


Navy modernex, com saia de camadas e com o toque de amarelo da carteira.

Navy mais tradicional para encarar um ambiente corporativo, que tal?

Minha releitura favorita do navy. Um toque de amarelo. Acho lindo e ousado.

No look de hoje usei uma combinação de blusa listrada azul e branco com uma saia verde (ela é mais escura ao vivo), simplesmente porque acho lindo azul com verde.  Inspiração no look lá de cima da Lily.




Beijos da Mira!!!!

domingo, 23 de janeiro de 2011

De lagarta a borboleta

Fantástico, como a gente nunca está satisfeito com nada. No momento, estou desesperada para engordar. Emagreci muito nessas férias. Sabe como é. Dormindo até tarde, não estava tomando café, logo eu ia direto almoçar. E aqui em casa não temos o costume de jantar. Fazemos um lanche e pronto.
Alguém aí pode está esboçando um sorrisinho do tipo: "Hã? Hum? Ficou doida? Bebeu?". A grande questão é que assim como meu cabelo, que eu mantenho comprido porque sei que curto não fica legal em mim, definitivamente, Mira e magreza não é uma combinação muito bonita de se ver.
Isso me fez querer compartilhar algo com vocês. Então, pessoal, sentem-se que eu vou contar uma história.
A vida inteira sempre fui magra, por volta dos meus 6 anos quando comecei a crescer eu era uma coisinha comprida, só perna e cabeça. Mamãe me dizia que era por conta de uma tal de adenóide, que impedia o meu desenvolvimento, por isso eu era magrinha. Eu vivia com problema de garganta inflamada. Perdi a conta de quantas vezes levei benzetacil no bumbum (só de lembrar dói). Bem, precisei fazer cirurgia aos 9 anos, para dentre outras coisas, não ficar dentuça. Pois é, não tenho amígdalas.
Não sei qual foi a relação, mas, sei que depois disso eu desembestei. Comia tudo quanto era comida que via na minha frente. Desenvolvi, criei peito, menstruei e aos 11 anos todo mundo achava que eu tivesse uns 15. Eu era bem proporcional. E bem, foi uma fase boa porque eu estava de bem com meu corpo.
Quando a minha amiga Viviane foi embora para Sampa eu passei uma fase bem punk. Aconteceram uns problemas, tive outras perdas. E bem, gente eu era adolescente, fase difícil e sempre tive um temperamento muito melancólico. Aos quatorze anos eu comecei a sofrer as conseqüências e desenvolvi uma gastrite. Resultado; emagreci desesperadamente. Uma dificuldade absurda de engordar, por mais que eu tomasse Apevitin bc o lance não engrenava. Eu não saía dos 46 quilos. Apesar de tudo, mesmo querendo usar um manequim 38 (na época era 34), eu não me afundei num poço de auto piedade e muito menos era do tipo complexada.
Essa questão só foi ressoar no meu interior, alguns anos depois, quando eu me apaixonei loucamente por um cara que nem "tchum" pra mim. Foi quando a protuberância dos meus ossos, a falta de bunda, a saia sobrando no corpo, o cotovelo ossudo, me fez sentir raiva do meu corpo. Foi a primeira vez e única que me senti feia. Isso doeu porque eu nunca havia sido rejeitada. Sempre tive muita confiança no meu intelecto. Tipo, eu não era a gostosona da turma, mas, me achava inteligente. E bem, quem disse que as nerds não são desejadas? Eu me pegava pensando "Cara, eu sou um bom partido. Não entendo esse fora". E mulher com orgulho ferido é "flórida". Sofri e foi com muito esforço que resolvi superar essa desilusão e um tempo depois comecei a namorar um cara lindo. Isso fez um bem enorme ao meu ego. Na época eu tinha uns 20 anos e ainda era super magra.
O tempo passou, terminei o namoro e eu iniciei uma fase muito legal na minha vida. Já que minha magreza só teria fim com uma intervenção divina, eu resolvi contornar essa situação, chamando atenção para outras coisas do meu corpo. Nessa época, investi num corte diferente: passei usar cabelo curto, um pouco abaixo dos ombros. Na época eu gostei. Descobri a maquiagem, passei a planejar melhor meu figurino (apesar de achar super cafona hoje em dia). Olhe, errei feio em muitas coisas. Hoje eu morro de rir quando vejo algumas fotos dessa época. Tipo, quem precisa de dignidade, néammm? Rsrsrs. Porém, o que vejo de positivo, é que eu me permiti ousar, mudar, experimentar. E isso se refletiu muito em mim, pois, fiquei mais confiante. Muito até. Especialmente quando uns três anos depois, eu bem mais arrumadinha, me vi  igualzinha a "Kelly Key" no clipe "Baba Baby". Sabe, aquele carinha que me esnobou, pois é. Ficou chupando dedo. Perdeu, playboy.
Foi a partir desse fato, que eu passei a ter uma raiva muito grande de mim, por eu ter ficado tão abalada com o fora que eu tinha levado. Resolvi, então uma coisa: Jamais, eu permitiria novamente que alguém me diminuísse. Nem que fosse com um olhar. Porque ninguém nesse mundo tem o direito de fazer com que a gente se sinta inferior.
Eu só sei, que quando as coisas devem acontecer, elas acontecem. Comecei a namorar outro cara lindo, aliás, é o meu atual namorado. Que sempre me colocou lá em cima. Em 2007, quando eu tinha 25 anos, eu passei num concurso e comecei a trabalhar. Pela manhã e tarde. Em menos de 6 meses, euzinha que não saía, na época, dos 48 quilos, pulei para os 56. Aumentei 8 quilos. Já estive na casa dos 57 também. Acho que isso foi resultado desse meu novo emprego. Tipo, na época eu trabalhava em dois lugares, e eu passei a me alimentar melhor, fazia todas as refeições e lanchava nos intervalos. E, principalmente: passei a sentir fome. Muita. Mudei muito, e sim, se me permitem dizer, pra melhor. É verdade, que a minha bunda não está do tamanho da Mulher Melancia, mas, é alguma coisa pra quem sempre foi uma tábua. Meu namorado, é testemunha dessa mudança. Tanto por dentro, quanto por fora, porque ele viu o quanto eu fiquei feliz.
Posso dizer que hoje, estou numa fase ótima com meu corpo. As coisas aconteceram sem que eu forçasse a barra. Me sinto super mais segura. E não me sinto intimidada perto dos bonitões e das bonitonas com corpões esculturais.
Após algumas reflexões, hoje eu reconheço que a tão desejada "transformação corporal" que aconteceu comigo não teria sido nada se eu não tivesse antes me aceitado. Essa resolução que eu citei foi libertadora para mim. Eu sei que é impossível a gente não se chatear vez ou outra com algum comentário que fazem ao nosso respeito, mas, não guio e nem moldo a minha vida pelas expectativas alheias. Isso é importante demais pra que a gente se aceite.
Voltando à minha situação atual, sim emagreci. Mas, hoje enquanto vocês lêem isso daqui, eu retorno das férias. Vou levar para o serviço umas 3 mangas, 1 iogurte, 1 barrinha de cereal, 1 laranja, para lanchar nos intervalos. Daqui a pouco retomo o meu peso.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Confissões de um coração saudoso...

Hoje é o seu aniversário. Entrastes oficialmente no clube das balzaquianas. Eu estou a caminho. Já, já chego lá.
É inevitável não pensar, não sentir... A saudade se impõe. E me pego recordando o 1° dia que te conheci lá na igreja. Na nossa. Eu sentadinha no banco das crianças, aguardando mamãe iniciar a aula da EBD, quando vi você chegar com seus irmãos. Crianças. Curiosos. Você de saia de pregas com um pompom na cabeça prendendo o penteado infantil.
A distância dos anos faz com que a minha mente esteja povoada por lacunas. Não me lembro ao certo quando a amizade se estabeleceu entre nós. Só sei que foi rápida porque recordo que a identificação foi imediata. Talvez me faltasse companhia na minha idade, minhas irmãs eram mais novas do que eu, e, tu sabes, né? Sempre tive esse jeito nariz em pé, menina metida a moça, madura demais para a idade. Precisava de companhia a altura. É, acho que foi isso. Mas, outras vezes, penso que foi um daqueles encontros especiais que a gente tem na vida que são proporcionados única e exclusivamente por Ele.
Tenho guardada em minha caixinha de recordações todos os cartões que me destes - de aniversário, natal... - engraçado como as pessoas perderam o hábito de trocarem cartas. Acho tão mais pessoal, sabe? Mais próximo. Eu guardei tudo. E quando a saudade aperta, como agora, eu corro lá e leio tudo de novo.
São tantas as recordações. As brincadeiras - da Turma da Pesada, você era a Larke, minha irmã a Bianca e eu era a Blazer (mas, na verdade eu sempre quis ser a Larke); os pedidos quase desesperados pra sua mãe de "por favor, deixa ela dormir lá em casa"; dos almoços na sua casa; das vezes que ficávamos penduradas na goiabeira espiando nossos primos namorarem. E as brigas com os meninos? Da gente cantando as canções românticas da Mara Maravilha (lembra?). Ahhh, são tantas lembranças.
E as descobertas? As primeiras paqueras, as confidências infantis. Até compartilhamos o mesmo namorado - O Sacana. E o prazer que tínhamos em caminhar para a nossa Igreja? Dos papéis nas peças de Natal, Dia das Mães ("andei por todos os jardins..."), etc. Da sede que tínhamos em conhecer a Palavra. Lembras que íamos todos os dias? Inclusive quando não tinha nada pra fazer por lá? Só jogar conversa fora. Tão bom.
E a vida era mais leve, mais divertida, mais bucólica. Até que a notícia chegou. A mudança. Em breve. Teus pais foram prepará-la e você ficou na minha casa. Um mês. A sensação que tenho, é que esse mês foi o mais intenso de todos que vivi. Os nossos amigos aqui em casa, que ficava sempre cheia. Meu primeiro namorado, você vivendo uma grande paixão. E o desespero de todos em aproveitar cada minuto que tínhamos com você e com seus irmãos.
Tive tanta raiva dos seus pais. Hoje eu sei que foi bobagem, mas, naquele momento eu precisava direcioná-la para alguém. Eles estavam levando embora minha melhor amiga. Eu tive tanto medo de ser esquecida. Da nossa amizade se perder no tempo, de não ter tido importância. Por isso que, sem nenhuma modéstia, considero o presente que minhas irmãs e eu te demos, fabuloso: "um copo inox com nosso nome gravado para toda vez que beberes água, não se esqueças da gente".
A sua partida foi o meu primeiro luto. Tantos outros viriam a seguir... Foi doído. Ainda é. Aconteceu tanta coisa comigo na adolescência e você não estava aqui para eu te contar. A questão é, que por mais que eu tentasse investir em outras amizades, que eu compartilhasse segredos com velhos e novos amigos, nunca era a mesma coisa. Eu nunca confiei o suficiente, simplesmente porque não era você. Mas, eu não sou egoísta. E nem quero, pois nem posso, mensurar sofrimento. Pois sei, que o que passei nem se compara com as dificuldades, tristeza e solidão que passastes numa cidade tão grande e distante. Se eu fiquei privada da minha melhor amiga, você ficou privada de todos os seus amigos. E só de pensar no que tu passou meu coração parte no meio.
Tu sabes o quanto essa separação ressoou profundo em nós, em todos nós. Tu sabes as outras perdas que tive naquele período e o sofrimento molda caráter, tanto para o bem, quanto para o mal. E nós mudamos, amadurecemos, crescemos. E aqui chegamos.
É seu aniversário e eu queria muito está aí. Mesmo que fosse pra gente passar o dia inteiro assistindo televisão, navegar na internet, ou então compartilhar silêncios cúmplices. Eu queria muito ter sido mais presente, recentemente, no momento em que tanto precisou. Me culpo por isso.
Hoje relendo as suas cartas, me peguei refletindo num trecho o qual você diz: "Acho que felicidade é isso: momentos bons que a gente vive e que só duram o tempo suficiente para se tornarem inesquecíveis. E a gente só tem noção que era felicidade quando o momento acaba, então se inicia uma nova busca por esses momentos". Sabes de uma coisa? A despeito de tudo que passei, das lágrimas, que apesar de não mais constantes, ainda teimam rolar pelo meu rosto, da dor excruciante da saudade, do tempo da separação ser maior daquele que estivemos juntas, eu choraria tudo de novo, eu sofreria tudo de novo, eu faria tudo de novo. Por que nada se compara a felicidade de se ter um amigo, mesmo que distante. E eu sou tão feliz, tão feliz. E tenho um coração grato a Ele por ter proporcionado esse encontro.
Não sei o que está reservado para nós. Mas, é com um sorriso nostálgico que recordo de um versinho, que um amigo em comum gostava de nos dizer: "Amigos vem e vão, mas, sempre deixam marcas no coração". Só eu sei o quanto isso é verdade.


segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Um pouco mais sobre mim. O que a maturidade me proporcionou.

Sabia que é super legal quando a gente chega num ambiente e repara que todo mundo está com o mesmo tipo de vestido, mas, que a sua roupa tem um diferencial? Pois é, sábado passei por isso.
O amadurecimento me proporcionou uma segurança incrível. Antigamente, eu me sentia muito insegura quando eu entrava num lugar e via que estava "destoando" das demais meninas. E isso sempre aconteceu por vários motivos, e um destes é porque sou evangélica.
Antes de qualquer coisa, quero deixar claro que nunca me arrependi da minha opção religiosa, isso não é um fardo para mim. Sempre procurei, na medida do possível, me vestir bem, de forma que me agradasse e que também não destoasse dos princípios bíblicos. O problema, é que ser diferente não é fácil. Sempre era (ainda sou, porém, com menos freqüência) questionada por não usar tipo A ou B de roupa, ou porque não uso brinco, entre outras coisas. Sempre respondi tranqüilamente, até porque as perguntas nunca foram ofensivas e eram mais movidas por curiosidade. Mas, a insegurança me fazia imaginar que aquilo, sim, eram críticas, que as pessoas não me levavam muito a sério ou tinham pena de mim por usar "moda de crente".
A questão, é que isso me causava certo sofrimento, porque quem não quer ser aceita? Isso foi forte na minha adolescência, lá pelos meus 15 anos. Queria muito parecer com as outras meninas, experimentar outras opções de roupas, etc, cheguei a me sentir feia, e olha que sou a pessoa com a auto estima mais elevada que eu conheço... rsrsrsrs, nesse quesito não sou dada a falsas modéstias.
Bem, com o passar do tempo algumas coisas foram flexibilizadas em relação aos costumes da minha igreja (se não foi isso, o povo ficou mais cara de pau mesmo) e eu passei a usar calça. Matei a minha vontade. Aliás, depois que passei a trabalhar tive muito mais liberdade para comprar aquilo que eu queria usar. Porém, passei por um outro problema. Passei a me questionar: "Agora que tenho mais "liberdade" para usar aquilo que eu quero, quem eu sou? Qual é o meu estilo? Convém que eu use tipo A ou B de roupa? O que eu quero transmitir com o meu look?". E foi assim, cheia de questionamentos que eu encontrei a "blogolândia".
Uma coisa eu tinha definida. Sempre gostei de coisas românticas, fofinhas, meigas, assim como não gosto de usar roupas que me vulgarize ou roupas muito provocantes. Não tenho nada contra quem usa, até porque a moda para deve ser um espaço democrático, onde todos tenham a chance de se expressar. Só que pra mim não dá, não combina. Quando descobri esse mundinho de blogs, eu virei uma leitora assídua de um monte deles: A casa está cheia de flores; Blooming Umbrella, De vestido; De viés; Deveria estar estudando; Era uma vez; Hoje vou assim; Hoje vou Assim Off; Intuitif News; Little Doll House; So Shopaholic; The Cherry Blossom Girl, entre tantos outros. E isso me ajudou muito porque através da identificação com o estilo dessas blogueiras eu fui percebendo o que me agradava.
Logo, comecei a postar alguns looks no meu orkut e lá com incentivo dos meus amigos que sempre me elogiavam, decidi criar esse espaço.
Eu gosto muito de ver meus looks antigos que postei aqui no blog e perceber a evolução do meu estilo. Eu criei o blog para tentar, simplesmente tentar, mas, o que recebi foi muito maior do que eu podia imaginar. Aprendi muito e redefini o meu estilo. E qual é o meu estilo? Experimentar. Sei o que me agrada, mas aprendi que não podemos ter um conceito rígido e intransigente quando o assunto é moda. Nesse sentido, sou igual a canção do Raul, "prefiro ser essa metamorfose ambulante". Continuo romântica, amante das coisas fofas, meigas, e frufus, mas, com a flexibilidade de que um dia isso tudo pode mudar.
Esse foi o principal efeito pós-blog sobre mim: ser flexível e isso me proporcionou um auto conhecimento enorme, que por conseqüência, me trouxe toda a segurança que eu precisava. Hoje, quando posto meus looks, não vejo apenas uma melhora ou um capricho na elaboração destes. Não é apenas isso. Vejo em mim uma pessoa muito mais madura, consciente e segura. Isso é tão forte, que por tanto tempo desejei usar calça que depois de muito usar, hoje em dia não enche tanto os meus olhos. Uso calça quando estou com preguiça de me arrumar e não me sinto mal quando estou num ambiente onde a maioria massacrante está com essa peça. Hoje em dia o meu estilo é motivo de tanto orgulho que simplesmente é prazeroso ser diferente, é prazeroso usar minhas sainhas, meus acessórios fofos, meus sapatinhos de boneca e receber os olhares das pessoas que faço questão de interpretar não como olhares de crítica, mas, de inveja ou de admiração (Ráááá, não falei que minha auto estima era elevada? rsrsrsr).
A mudança que se deu em mim foi de fora para dentro e sou eternamente grata a Deus por ter usado esse espaço como instrumento para tal.
Sobre sábado? Sim, a maioria massacrante estava de TQC. Eu também, né. E o diferencial? Bolero, meia de coração? Também. Mas, especialmente um namorado LINDO ao meu lado. Olhares de crítica? Talvez, nem percebi. Qual é a atitude Mira? Jogo o cabelo pro lado, faço cara "di bunita" e nem te ligo minha colega.


"Ela é dona do jogo
Ela é dona da banca
Sabe que está podendo
E por isso brinca, brinca, brinca"

Alinhar ao centro


"Na praia tira onda
No samba manda ver
Ela faz e acontece
Ela faz acontecer"

Alinhar ao centro
Alinhar ao centro

Vestido e bolero: mandei fazer (modelo fui eu que bolei, gostaram? rsrsrs)
Meia: Marisa
Sapato: Vizzano
Colar: Strato
Pulseira: Bangalore
Música: Dona da Banca - Eletrosamba


Post especialmente dedicado a minha querida flor do Blog Vila Trendy, senhorita Carol.

ooooooooooooooooooo

Não se esqueçam do sorteio que está rolando aqui no blog, pessoal. Para se inscrever, clique aqui

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Algumas considerações e Look do dia

Antes de qualquer coisa, quero fazer algumas considerações

# Quero agradecer a todos que visitam este blog. Faço o possível para retribuir, especialmente os novos vistantes que aparecem comentando neste espaço. Uma coisa que não quero é ser chamada de inacessível ou antipática. Mas, pelo corre-corre da vida, nem sempre tenho disponibilidade para visitá-las. O que acontece é que o blog criou as suas próprias pernas, ou seja, antigamente eu conseguia dar conta de responder os comentários porque eram poucos, hoje não.

# Muitas pessoas comentaram e perguntaram quando eu usei esse e esse look, o motivo de ir tão arrumada para a Igreja. Tenho uma resposta pra isso. Tipo, fui criada por uma mãe que sempre se vestiu bem independente do ambiente, isso me influenciou muito. Gosto e valorizo muito o meu visual por isso me produzo mesmo. Bem, não costumo sair a noite. Sou evangélica e não sou de ir para baladas e nem tenho uma vida noturna agitada. Sou uma nerd, daquelas de se trancar no quarto e se acabar de assitir séries (oi, LOST), logo, uso as minhas melhores roupas nos ambientes que eu mais frequento, como a igreja e o meu serviço. E por fim, quando vou à igreja é com o intuito de adorar e louvar a Deus, de está mais próxima a Ele. E o Senhor além de merecer tudo isso, ele merece muito mais. Ele merece o meu melhor. Ele merece que eu coloque a minha melhor roupa, o meu melhor perfume, o meu melhor tudo. Ele merece que eu esteja linda e arrumada, porque é uma forma de mostrar para Ele que eu tenho prazer em está na Sua Casa. É isso, gente, espero ter respondido a dúvida de vocês.

# Preciso que hoje, mesmo aquelas pessoas que não compartilham da mesma fé que eu professo, que orem por algo muito importante. Deus sabe o que é. Peça pra Deus assim: "Senhor, faça a SUA vontade naquilo que a Mirian está te pedindo". Pronto, é só isso.

Beijinhos, meu xuxus!!!

Vestido e Legging: Marisa
Sapatilha: Dakota
Faixa: de uma saia que mandei fazer
Colar: Rua 25 de março

sábado, 1 de maio de 2010

Look do dia + Enquete

Ouvi muitos comentários no mês de abril sobre a melhoria da qualidade dos meus looks, tipo, da Mira aqui está caprichando mais nas produções. E, sim, isso é verdade. Sempre procurei usar o bom senso na hora de me arrumar, mas, confesso que depois que fiz o blog sinto-me desafiada a melhorar a cada dia (isso não apenas no aspecto exterior). Querendo ou não, e quem é blogueira pode até opinar sobre isso que vou dizer, a questão é que o blog termina por ser um instrumento motivador, desafiador mesmo. Claro, que existe o outro lado que precisamos controlar o tempo inteiro que é o lance do consumismo, já até falei aqui sobre isso. Tipo, quando passamos a visitar muitos blogs vemos muitas coisas legais e se não buscarmos equilíbrio terminamos na besteira de comprar tudo o que vemos pela frente, não é verdade?
Mas, hoje, quero enfocar os aspectos positivos e as coisas boas que a blogolândia me trouxe. Antes de tudo quero dizer que por mais que precisamos ter o cuidado na hora de escolher uma roupa, seja por causa do tipo do seu corpo, ou por causa do ambiente de trabalho, entre outras, encaro o processo de elaboração de um look como componente essencial da identidade de um indíviduo. E essa, pode ser influenciada por "enes" motivos, tais como, poder aquisitivo, clima, gosto pessoal, cultura regional, etc. Logo, aquilo que você acha que é essencial para compor uma produção, pode não ser essencial para mim. Por isso, que FUNDAMENTALISMO FASHION não está com nada, meu povo.
Às vezes observo umas coisas muito nada a ver tipo, vou dá um exemplo da Mel, que é uma blogueira com um estilo bem próprio. Se um dia ela decidir "fugir" do seu "estilo" e resolver aparecer no blog com o look todo trabalhado na tendência hippie, vocês podem anotar como aparecerão uns comentários super maldosos, ofensivos e pejorativos. Tô mentindo? Acredito que isso já tenha acontecido com quase todas as blogueiras (eu também). As pessoas confudem muito. Não é porque admiro uma certa pessoa, nesse caso blogueira, que isso vai me dá o direito de ser a dona do look dela, ou achar que isso me dá certa autoridade de decidir o que ela vai usar. Exagero meu? Dêem uma circulada por aí para perceberem que não. Já vi pessoas super ofendidas por verem a sua "querida blogueira" mudar um pouquinho o seu visual. Menos, né, gente? A gente vive falando o quanto as blogueiras gringas são estilosas e blá, blá, blá e blú, blú, blú, mas é só uma pobre blogueira nordestina aparecer com um casacão de pele a exatos 39 graus pro povo cair em cima e dizer: "Olha, a louca", "Lá vai a brega", "Pra onde essa abestada vai, hein?" , " Hunf, não aguento essa nova rica". Só tenho uma coisa a dizer sobre esse tipo de comentário: "Mermã, vai lavar umas panelas, vai!!!". Não sou obrigada a gostar de tudo o que vejo, mas nada do mundo me dá o direito de ser mal educada.
Eu sei que seeemprrrreeee teremos comentários e atitudes desse jeito, mas, não podemos deixar de pontuar e combater o errado, principalmente quando isso extrapola. Faz parte da persistência própria das Assistentes Sociais. Não é a toa que nos chamam de "Insistentes Sociais" rsrsrsrs.
Ops, mas deixa eu voltar para o que eu estava falando lá no primeiro paragráfo (sim, eu sou prolixa). Sou muito grata por esse cantinho aqui, porque apesar das coisas chatas, que graças a Deus não sobrepujam as coisas boas, eu tenho aprendido muito. E a maior favorecida sou eu, porque esse exercício não é apenas um de melhoria de looks, mas, um de fortalecimento da minha auto estima, que diga-se de passagem, nunca enfrentei maiores problemas porque ela é fortalecida até demais (pois é, tenho parentesco com o Tony Stark) rsrsrssr.
Gente, isso tudo pra dizer que motivada pelos comentários que tenho recebido, fiquei com muita vontade de criar uma tag fixa aqui no blog tipo, LOOK DO MÊS. E pra isso eu preciso da participação de vocês, minhas flores e meus cravos (eu sei que meninos me visitam, tá?) na hora da votação dos looks. Eu separei os que tiveram maior quantidade de comentários. Foram 10 ao todo. Hoje colocarei cinco e na segunda mais cinco. Na terça-feira, será a final entre os dois escolhidos e na quarta a divulgação do resultado. Confesso que estou super curiosa pra saber a escolha de vocês.
E sim, hoje tem look do dia, mas, antes vamos aos cinco primeiros looks selecionados:
Edit 1: Tomei mó susto quando cheguei no sábado a noite e vi que tinha esse post aqui. Cara, eu errei na hora de programá-lo. Ele era pra sair só no domingo. hahaahahaha!!! Doidice. rsrsrs.
Edit 2: Gente, coloquei uma enquete lá em cima. Assim facilita a votação.
Look 1 - Look 2
Look 3
Look 4 - Look 5
oooooooooooooo

Look do dia!!!


Camiseta: Hering
Saia: Mandei Fazer
Sapato: Cravo e Canela
Cinto: Marisa